O tenente detalha ainda que o fato de a criança ser autista e não verbal impacta diretamente nas buscas, uma vez que o barulho do helicóptero e dos drones pode assustá-la. Por conta disso, segundo Marcola, as buscas por solo e com cães farejadores são os recursos com maior potencial para encontrar a criança.
Fonte: G1